OPBB
Para mim é uma grande honra fazer parte da OPBB, foi uma jornada dificil até chegar aqui. Mas Deus na sua infinita bondade e providencia estava no controle de todas as coisas. Minha história sempre foi de lutas e desafios, nunca foi nada fácil, mas sempre confiando que o Deus de todo Poder (Sl.62.11) é que escreve a história de cada um de nós quando nos dispomos a fazer parte na batalha pelo reino Celestial. Portanto, me sinto honrada por fazer parte dessa Obra Excelente que é o episcopado. Tenho o Privilégio de ter sido a 2ª Pastora Batista a ser ordenada no Mato GRosso do Sul e a Primeira da Cidade de Campo Grande MS, não foi nada fácil, reconheço pois muitos amados zelozos pela Palavra de Deus se posicionaram corajosamente para que a Vontade do Pai Celestial fosse cumprida na sua integra em muitos lugares do País. Glória a Deus!
Familia
Minha Familia marido Ingo e tres filhos Alessandra, Liliane e Daniel e netos Pedro Henrique, Vitor Hugo, e Arthur, genros Eneas e Daniel esses tem sido um referencial em meu ministério, um apoio constante na obra do Senhor. Meu amado esposo Ingo Mette que no ano de 2009 completamos 30 anos de casamento, tem dito a todos os que nos conhecem que ele tem uma "chamada especial de Deus",não sendo pastor mas simplesmente me fazendo Feliz para que assim eu possa dar conta da missão que Deus colocou em minhas mãos: pastorear o rebanho que é do Senhor Jesus com alegria e muita Graça.
O dia da decisão.
Sentada no dia 22/01 no auditório da OPBB ouvindo o estimado pr Truman e sua mensagem maravlhosa sobre o desencorajamento que em muitos momentos nós pastores enfrentamos, Deus falava ao meu coração. Estava ali pensando como me encontrava desencorajada naquele memento, mas uma convenção, mas uma assembléia que aparentemente sem perspectivas para o problema das pastoras do Brasil. Mas Deus usou seu servo e bradou em meu coração, que cada pastor tem um Saul em sua vida, um momento de desencorajamento, mas que apenas uma oração bastava para que o momento mudasse. Me veio então a mente o texto aureo de minha vida Dn.2.19-22 que Diz que "Deus muda os tempos e as horas" . Assim ao termino daquela mensagem me prostrei diante do Senhor que muda os tempos e as horas, orei exercitando minha fé que Deus olhasse a causa das pastoras que estão não em busca de um titulo , mas da liberdade de poderem exercer seus ministérios de cabeça erguida em prol de nossa denominação em todo o canto desse pais. Não como intrusas, mas como mulheres de Deus que corajosamente tem se levantado para ir as ruas e ebvangelizar, discipular , batizar e pastorear com todo o ardor pelas almas perdidas . Cumprindo assim o chamado de Deus em suas vidas. Cumprindo o IDE do Senhor. So me resta fazer minhas as Palavras do Grande Apostolo Paulo" Eu de muito boa vontade me gastarei e me deixarei gastar pelas vossas almas" 2 Cor. 12.15 . Foi Com alegria do Senhor que recebi a nova posição da OPBB, isso é assim mesmo, erramos as x como povo de Deus, mas temos competencia sempre para fazer o que é certo porque quem controla é o Senhor todas as coisas, ele é quem domina tudo até mesmo o reconhecimento das pastoras batistas. Sl.103.19. Deus nesse tempo usou pessoas maravilhosas, Pastores e Pastoras que não calaram diante da injustiça cometida em Floripa, mas que confiaram no Senhor em todo o tempo. Não confiamos na politica, nem no poder, nem na iteleigencia humana mas no Senhor.Portanto Ao Senhor Toda a Glória!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
O coração da Pastora Batista
* Depoimento da Pra. Marli Terezinha Varela Mette, a propósito da mudança de posicionamento de um pastor na questão do ingresso das pastoras na OPBB. Ele era contra e se declarou agora favorável: "Sempre fui contra a aceitação de pastoras na ordem, mas refleti um pouco mais e mudei de opinião. SOU FAVORÁVEL A ACEITAÇÃO DE PASTORAS NA OPBB. Explico: Quando se trata de uma agremiação para congregar e unir os pastores de todo o Brasil, excluindo as pastoras existentes, não estamos discriminando? Queiramos ou não elas estão ai. Já existem pastoras batistas no Brasil, vamos acordar! Não vejo nada contra recebê-las na Ordem, é questão de justiça, respeito às Igrejas, respeito às Ordens Estaduais. E lembremos de uma coisa: Cristo instituiu a Igreja, as demais, Convenção, Associação, Ordem dos Diáconos, Esposas de Pastores, Pastores, Jumoc, Abibet, tudo isso é criação humana. Vamos respeitar a decisão das Igrejas; não adiantará nada ficarmos discutindo".
Como se sente uma pastora lendo seu pronunciamento, se posso chamar assim? Um sentimento grande de gratidão a Deus! O irmão não tem ideia de como é isso, entao vou lhe dizer: como lutar contra a chamada de Deus? Até mesmo para nós, pastoras, foi um quebra de paradigmas, num primeiro momento, porque até essa posição nos era dificil aceitarmos, devido a anos de aprendizados culturais que nos foram impostos pela sociedade eclesiástica. A aceitação da vocação, sem duvidar, acatar sem pestanejar a decisão da igreja que é soberana, sem falar no concilio que, no meu caso, após ser examinada por 25 pastores de minha seção, ser aprovada e receber desses homens de Deus a imposição de mãos. Uma vez sendo ordenada, olhar para a Palavra de Deus recebendo dela conforto e consolo para a luta de cada dia.
Para mim, particularmente, nessa batalha para o reconhecimento da OPBB, mesmo sendo credenciada com a carteira pela minha seção, antes das decisões de Florianópolis, (quando a OPBB decidiu não aceitar o ingresso de pastoras), precisei por muitas vezes olhar firmemente, inclusive quando cheguei ao campo de Santa Catarina, para Hebreus10.35-39: "Não lanceis fora, pois, a vossa confiança, que tem uma grande recompensa.36 Porque necessitais de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa.37 Pois ainda em bem pouco tempo aquele que há de vir virá, e não tardará.38 Mas o meu justo viverá da fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.39 Nós, porém, não somos daqueles que recuam para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma".
Nós, pastoras, não podemos recuar, temos que continuar firmes na vocação que Deus nos deu.E orar para que outros(as) se posicionem e se levantem para declarar um fim a essa situação. Obrigada por sua sensibilidade em ouvir de Deus que não há mais nada a fazer, apenas nos aceitarem, nos honrarem e nos respeitarem como colegas de ministérios e, dessa forma , tratando com respeito a todos aqueles outros pastores que nos legitimaram nos concilios e na imposição de mãos.
Pra Marli Terezinha, Balneário Barra do Sul, SC, Congregação Batista. Ela foi ordenada em Mato Grosso do Sul, que aceitava o ingresso de pastoras até 2006, e agora está em Santa Catarina, que decidiu não interferir caso as igrejas queiram pastoras locais, mas não aceita o ingresso na Ordem.
Como se sente uma pastora lendo seu pronunciamento, se posso chamar assim? Um sentimento grande de gratidão a Deus! O irmão não tem ideia de como é isso, entao vou lhe dizer: como lutar contra a chamada de Deus? Até mesmo para nós, pastoras, foi um quebra de paradigmas, num primeiro momento, porque até essa posição nos era dificil aceitarmos, devido a anos de aprendizados culturais que nos foram impostos pela sociedade eclesiástica. A aceitação da vocação, sem duvidar, acatar sem pestanejar a decisão da igreja que é soberana, sem falar no concilio que, no meu caso, após ser examinada por 25 pastores de minha seção, ser aprovada e receber desses homens de Deus a imposição de mãos. Uma vez sendo ordenada, olhar para a Palavra de Deus recebendo dela conforto e consolo para a luta de cada dia.
Para mim, particularmente, nessa batalha para o reconhecimento da OPBB, mesmo sendo credenciada com a carteira pela minha seção, antes das decisões de Florianópolis, (quando a OPBB decidiu não aceitar o ingresso de pastoras), precisei por muitas vezes olhar firmemente, inclusive quando cheguei ao campo de Santa Catarina, para Hebreus10.35-39: "Não lanceis fora, pois, a vossa confiança, que tem uma grande recompensa.36 Porque necessitais de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa.37 Pois ainda em bem pouco tempo aquele que há de vir virá, e não tardará.38 Mas o meu justo viverá da fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.39 Nós, porém, não somos daqueles que recuam para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma".
Nós, pastoras, não podemos recuar, temos que continuar firmes na vocação que Deus nos deu.E orar para que outros(as) se posicionem e se levantem para declarar um fim a essa situação. Obrigada por sua sensibilidade em ouvir de Deus que não há mais nada a fazer, apenas nos aceitarem, nos honrarem e nos respeitarem como colegas de ministérios e, dessa forma , tratando com respeito a todos aqueles outros pastores que nos legitimaram nos concilios e na imposição de mãos.
Pra Marli Terezinha, Balneário Barra do Sul, SC, Congregação Batista. Ela foi ordenada em Mato Grosso do Sul, que aceitava o ingresso de pastoras até 2006, e agora está em Santa Catarina, que decidiu não interferir caso as igrejas queiram pastoras locais, mas não aceita o ingresso na Ordem.
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